
Às vezes me pergunto por que as pessoas chamam o Rio de Janeiro de “cidade maravilhosa”. Em minha última viagem, todo esse mito do glamour me pareceu completamente inexistente. As ruas, sujas, abandonadas, as praças cheias de camelôs, mendigos e prostitutas, os prédios pichados, as favelas dominadas pelo crime organizado e o mosquito da dengue vitimando os cariocas estão muito longe das maravilhas atribuídas àquela cidade. Se há algo que se nota no Rio é que ele está entregue literalmente aos mosquitos! Por outro lado, noto uma outra curiosidade: o Rio de Janeiro é governado pelas favelas. A favela, atualmente, é o que determina política e culturalmente a cidade maravilhosa. Ela chega a ser uma espécie de institucionalidade, uma soberania fora do Estado e da própria cidade. E quem, de fato, governa as favelas? O crime organizado. O Rio de Janeiro não me pareceu “cidade maravilhosa”. Se é "maravilhosa", talvez seja pelas paisagens e apesar da cidade. No máximo, a cidade do Rio é calamitosa. Ou, atualmente, “criminosa”, “dengosa”, capital nacional do narcotráfico e da dengue. Quando o bandido da favela começa a pensar que manda e filosofa, tudo está perdido.
A cultura de favelado não se limita somente à política do crime: é mesmo uma moralidade e uma forma, por assim dizer, de “arte”. Não é por acaso que uma boa parte do Brasil honesto e dos turistas se irrita profundamente com a “ética” da malandragem carioca. Para os habitantes do Rio, a malandragem é uma espécie de virtude cívica, uma mostra de espontaneidade daquele povo. Daí o caminho para o crime ser apenas um pulo. Senti isso quando peguei um táxi da rodoviária para a casa de um amigo meu. O carioca risonho, falso como uma nota de três reais, veio subestimar minha inteligência, desligando o taxímetro e cobrando um preço exorbitante. Eu, não menos malandro, acabei pagando só a metade da corrida, saindo de mansinho sob protestos do caloroso taxista.
Vou ao Teatro Municipal. Assisto a um belíssimo concerto do padre José Maurício Nunes Garcia, um músico da corte de Dom João VI, um réquiem dedicado à memória de Dona Maria I de Portugal. Ouvir um réquiem é, acima de tudo, morrer dignamente. A morte acaba sendo música, solenidade, poesia, enfim, torna-se artística. Ou melhor, o réquiem dá a entender que existe uma salvação e uma eternidade depois da morte. Neste ponto, a nobreza católica sabia muito bem morrer. Chocou-me, no entanto, o aparente vazio de público do teatro. Meu amigo, que percebeu a cena, comenta o ultimo sucesso do Rio: o créu, créu, créu do baile funk. Dizem que o sujeito que inventou essa porcaria está rico. Sem contar o protótipo caricato da mulher carioca, a tal “mulher-melancia”, cujo rabo parece ser mais útil do que a inteligência. Todavia, quando um povo prefere as interjeições obscenas de um pobretão do fundo de quintal, em detrimento do réquiem de um padre, é porque ele está no mundo infantil do pensamento, num estado psicológico digno dos débeis mentais. Se alguém disser que isso é porque não há incentivo à cultura, o ingresso do Teatro Municipal custava um mísero real. Enquanto isso, o carioca médio paga dez, vinte ou trinta vezes mais para ver o funk das interjeições estéreis de alguns mentecaptos barulhentos, tão barulhentos quanto os mosquitos da dengue. Tão barulhentos quanto o rabo balouçante da mulher-melancia. Quem ouve um réquiem, morre feliz. Quem costuma ouvir funk, morre de tiro e vai para o inferno.
Pego o ônibus com meu amigo e vou passando pelo Maracanã, no clássico Flamengo e Botafogo. E aí observo uma cena curiosa: um automóvel de alguém abastado, com a camisa do mengão, acaba colidindo com um carrinho de mão de um catador de sucata. O flamenguista sai do veiculo, ameaça arrebentar o pobre diabo do catador e num acesso de fúria, dá um chute em uma máquina de lavar que estava no carrinho, que se esbandalha no chão. Deve ser a fúria contra os botafoguenses. Imagina se o sucateiro fosse mesmo botafoguense?
Na mesma cena, uma senhora pede pra descer do ônibus fora da parada. O motorista, teimoso, não deixa, afirmando que vai ser multado. E aí, a senhora, furiosa, diz que se ela tivesse um revolver 38 na mão, ele abriria o portão do ônibus. E o motorista retrucou: - A senhora tem um 38? Se tem, eu abro na hora! E aí, a velha resmungou: - Se eu tivesse, eu jogaria na sua cabeça, seu safado! A mulher fez maior escândalo e chamou o PM, que na sua pose de autoridade, obrigou o motorista a abrir a porta. Eu e meu amigo vimos aquela cena, perplexos. Quando chegamos, a mãe dele ainda me contou uma história mais absurda: os vagabundos de um morro qualquer estavam cobrando pedágio aos motoristas que desviavam caminho do Maracanã, sob pena de quebrar seus carros. Pior foi a declaração que ouvi a respeito das favelas: os narcotraficantes observam, armados de fuzis e de binóculos, os transeuntes das ruas dentro e fora da área de seu comando. Qualquer passo em falso leva um tiro. Curiosamente há um trecho de rua da cidade que os habitantes chamam vulgarmente de “Faixa de Gaza”. Os cariocas estão enganados. A Faixa de Gaza é mais segura do que o tal lugar, porque, ao menos, tem exército israelense para colocar ordem. A cena mais insólita descrita naquele local foi a de um cadáver de um homem pendurado numa passarela. O Rio de Janeiro é, realmente, um poço de calor humano. Tão calor humano, que a sua maior fama é a do pessoal sendo queimado a base de pneu e gasolina pelos traficantes.
Mas a cultura do favelado criminoso não se limita a isso. Ela tem todo o apoio de uma parte da classe dita “pensante” do Rio de Janeiro. Visito o curso de filosofia da UFRJ. O prédio lembra aqueles cortiços da Havana castrista caindo aos pedaços, e a faculdade é o totalitarismo em miniatura laboratorial, em matéria de idéias tresloucadas de engenharia social. Lá escuto algumas pérolas, que poderiam entrar para os anais da filosofia mundial. Um cidadão acadêmico nos diz que um bandido cantador de rap, que foi morto pela polícia, era como Sócrates se rebelando contra o sistema de Atenas. Outra professorinha nos diz que a arte da favela, do tipo “créu, créu, créu”, está no mesmo nível do que os Lusíadas de Camões e os concertos do Padre José Mauricio Nunes Garcia. E, dizem às más línguas, a universidade liberou uma sala para que os futuros professores de filosofia, de fato, “filosofem”, aos brados de muita maconha e cocaína. Ou mais, façam de seu ponto de maconha um berço de idéias alternativas. Se há algo que existe no curso de filosofia da UFRJ, com algumas exceções, é o ódio a filosofia. Ninguém pensa, decora chavões. Ninguém raciocina, fuma maconha. Não nos haveríamos de nos espantar se a famigerada “Marcha da Maconha” tenha sido apoiada por muitos estudiosos de “filosofia” da UFRJ, junto com seus companheiros do curso de história e sociologia. A bandidagem e o funk têm o sólido apoio do baixo clero da intelectualidade carioca. Na verdade, intelectualidade delinqüente e crime organizado têm tudo a ver no Rio de Janeiro, já que uma é praticamente cria da outra. São amiguinhos diletos, pois apesar de a intelectualidade se declarar marxista, socialista, trotskista, stalinista, participa livremente do livre mercado do consumo de drogas. Legitima os criminosos, como vitimas da sociedade, quando o cidadão honesto da favela, de fato, é um prisioneiro, que vive num estado de sítio permanente.
A cultura de favelado não se limita somente à política do crime: é mesmo uma moralidade e uma forma, por assim dizer, de “arte”. Não é por acaso que uma boa parte do Brasil honesto e dos turistas se irrita profundamente com a “ética” da malandragem carioca. Para os habitantes do Rio, a malandragem é uma espécie de virtude cívica, uma mostra de espontaneidade daquele povo. Daí o caminho para o crime ser apenas um pulo. Senti isso quando peguei um táxi da rodoviária para a casa de um amigo meu. O carioca risonho, falso como uma nota de três reais, veio subestimar minha inteligência, desligando o taxímetro e cobrando um preço exorbitante. Eu, não menos malandro, acabei pagando só a metade da corrida, saindo de mansinho sob protestos do caloroso taxista.
Vou ao Teatro Municipal. Assisto a um belíssimo concerto do padre José Maurício Nunes Garcia, um músico da corte de Dom João VI, um réquiem dedicado à memória de Dona Maria I de Portugal. Ouvir um réquiem é, acima de tudo, morrer dignamente. A morte acaba sendo música, solenidade, poesia, enfim, torna-se artística. Ou melhor, o réquiem dá a entender que existe uma salvação e uma eternidade depois da morte. Neste ponto, a nobreza católica sabia muito bem morrer. Chocou-me, no entanto, o aparente vazio de público do teatro. Meu amigo, que percebeu a cena, comenta o ultimo sucesso do Rio: o créu, créu, créu do baile funk. Dizem que o sujeito que inventou essa porcaria está rico. Sem contar o protótipo caricato da mulher carioca, a tal “mulher-melancia”, cujo rabo parece ser mais útil do que a inteligência. Todavia, quando um povo prefere as interjeições obscenas de um pobretão do fundo de quintal, em detrimento do réquiem de um padre, é porque ele está no mundo infantil do pensamento, num estado psicológico digno dos débeis mentais. Se alguém disser que isso é porque não há incentivo à cultura, o ingresso do Teatro Municipal custava um mísero real. Enquanto isso, o carioca médio paga dez, vinte ou trinta vezes mais para ver o funk das interjeições estéreis de alguns mentecaptos barulhentos, tão barulhentos quanto os mosquitos da dengue. Tão barulhentos quanto o rabo balouçante da mulher-melancia. Quem ouve um réquiem, morre feliz. Quem costuma ouvir funk, morre de tiro e vai para o inferno.
Pego o ônibus com meu amigo e vou passando pelo Maracanã, no clássico Flamengo e Botafogo. E aí observo uma cena curiosa: um automóvel de alguém abastado, com a camisa do mengão, acaba colidindo com um carrinho de mão de um catador de sucata. O flamenguista sai do veiculo, ameaça arrebentar o pobre diabo do catador e num acesso de fúria, dá um chute em uma máquina de lavar que estava no carrinho, que se esbandalha no chão. Deve ser a fúria contra os botafoguenses. Imagina se o sucateiro fosse mesmo botafoguense?
Na mesma cena, uma senhora pede pra descer do ônibus fora da parada. O motorista, teimoso, não deixa, afirmando que vai ser multado. E aí, a senhora, furiosa, diz que se ela tivesse um revolver 38 na mão, ele abriria o portão do ônibus. E o motorista retrucou: - A senhora tem um 38? Se tem, eu abro na hora! E aí, a velha resmungou: - Se eu tivesse, eu jogaria na sua cabeça, seu safado! A mulher fez maior escândalo e chamou o PM, que na sua pose de autoridade, obrigou o motorista a abrir a porta. Eu e meu amigo vimos aquela cena, perplexos. Quando chegamos, a mãe dele ainda me contou uma história mais absurda: os vagabundos de um morro qualquer estavam cobrando pedágio aos motoristas que desviavam caminho do Maracanã, sob pena de quebrar seus carros. Pior foi a declaração que ouvi a respeito das favelas: os narcotraficantes observam, armados de fuzis e de binóculos, os transeuntes das ruas dentro e fora da área de seu comando. Qualquer passo em falso leva um tiro. Curiosamente há um trecho de rua da cidade que os habitantes chamam vulgarmente de “Faixa de Gaza”. Os cariocas estão enganados. A Faixa de Gaza é mais segura do que o tal lugar, porque, ao menos, tem exército israelense para colocar ordem. A cena mais insólita descrita naquele local foi a de um cadáver de um homem pendurado numa passarela. O Rio de Janeiro é, realmente, um poço de calor humano. Tão calor humano, que a sua maior fama é a do pessoal sendo queimado a base de pneu e gasolina pelos traficantes.
Mas a cultura do favelado criminoso não se limita a isso. Ela tem todo o apoio de uma parte da classe dita “pensante” do Rio de Janeiro. Visito o curso de filosofia da UFRJ. O prédio lembra aqueles cortiços da Havana castrista caindo aos pedaços, e a faculdade é o totalitarismo em miniatura laboratorial, em matéria de idéias tresloucadas de engenharia social. Lá escuto algumas pérolas, que poderiam entrar para os anais da filosofia mundial. Um cidadão acadêmico nos diz que um bandido cantador de rap, que foi morto pela polícia, era como Sócrates se rebelando contra o sistema de Atenas. Outra professorinha nos diz que a arte da favela, do tipo “créu, créu, créu”, está no mesmo nível do que os Lusíadas de Camões e os concertos do Padre José Mauricio Nunes Garcia. E, dizem às más línguas, a universidade liberou uma sala para que os futuros professores de filosofia, de fato, “filosofem”, aos brados de muita maconha e cocaína. Ou mais, façam de seu ponto de maconha um berço de idéias alternativas. Se há algo que existe no curso de filosofia da UFRJ, com algumas exceções, é o ódio a filosofia. Ninguém pensa, decora chavões. Ninguém raciocina, fuma maconha. Não nos haveríamos de nos espantar se a famigerada “Marcha da Maconha” tenha sido apoiada por muitos estudiosos de “filosofia” da UFRJ, junto com seus companheiros do curso de história e sociologia. A bandidagem e o funk têm o sólido apoio do baixo clero da intelectualidade carioca. Na verdade, intelectualidade delinqüente e crime organizado têm tudo a ver no Rio de Janeiro, já que uma é praticamente cria da outra. São amiguinhos diletos, pois apesar de a intelectualidade se declarar marxista, socialista, trotskista, stalinista, participa livremente do livre mercado do consumo de drogas. Legitima os criminosos, como vitimas da sociedade, quando o cidadão honesto da favela, de fato, é um prisioneiro, que vive num estado de sítio permanente.
Se o Rio voltasse à Idade Média, os traficantes seriam elevados a senhores feudais justiceiros e a intelectualidade carioca seria o clero do haxixe. Só que a filosofia não seria a da Igreja, porém, do marxismo ou de qualquer outra porcaria ideológica, em nome da “justiça social”. Os nobres feudais europeus, contudo, tinham dignidade, valores éticos cristãos, orientados por uma instituição autêntica, ou seja, a Igreja Católica. Os traficantes não passam de desordeiros, bandidos, forasteiros, usurpadores. E os intelectuais cariocas são um clero postiço. Já dizia o Padre Vieira, que os grandes impérios usurpadores são grandes domínios criminosos e os pequenos domínios criminosos são pequenos impérios usurpadores. O Rio é um exemplo clássico dessa máxima.
O rebaixamento moral dos pensadores contamina o povo e rebaixa moralmente toda uma sociedade. E é esse tipo de gente que educa os estudantes do Rio de Janeiro, deforma as consciências, bestializa, infantiliza. E se hoje muitos aderem ao crime organizado ou preferem baile funk, ao invés de irem ao Teatro Municipal, é precisamente porque o Rio possui a classe de pensadores e educadores mais estúpida, vigarista e doentia da face da Terra. Se um dos senhores da cidade, o mosquito Aedes Aegypti, matasse quase todos os “filosophes” da UFRJ, faria um grande trabalho de sanidade mental e saúde pública.
Se o Rio de Janeiro ainda não acabou, talvez porque tenha umas cinqüenta pessoas justas, dentro do antro de perversidade que se tornou. Deus, do alto do Corcovado, deve ter piedade dos cariocas e ainda não jogou fogo e enxofre neles. Os cinqüenta justos salvam a cidade. A glamourização do Rio é um ato de alienação coletiva, tal como é a alegria do carioca. O que se vê é desespero, decadência, medo, horror, abandono, desunião e loucura. A favela já invade a cidade. Aliás, a cidade já é há muito tempo uma extensão da favela. É questão de tempo o crime organizado tomar a cidade inteira e se tornar um poder soberano. Acabará por se tornar um grande império usurpador.
O rebaixamento moral dos pensadores contamina o povo e rebaixa moralmente toda uma sociedade. E é esse tipo de gente que educa os estudantes do Rio de Janeiro, deforma as consciências, bestializa, infantiliza. E se hoje muitos aderem ao crime organizado ou preferem baile funk, ao invés de irem ao Teatro Municipal, é precisamente porque o Rio possui a classe de pensadores e educadores mais estúpida, vigarista e doentia da face da Terra. Se um dos senhores da cidade, o mosquito Aedes Aegypti, matasse quase todos os “filosophes” da UFRJ, faria um grande trabalho de sanidade mental e saúde pública.
Se o Rio de Janeiro ainda não acabou, talvez porque tenha umas cinqüenta pessoas justas, dentro do antro de perversidade que se tornou. Deus, do alto do Corcovado, deve ter piedade dos cariocas e ainda não jogou fogo e enxofre neles. Os cinqüenta justos salvam a cidade. A glamourização do Rio é um ato de alienação coletiva, tal como é a alegria do carioca. O que se vê é desespero, decadência, medo, horror, abandono, desunião e loucura. A favela já invade a cidade. Aliás, a cidade já é há muito tempo uma extensão da favela. É questão de tempo o crime organizado tomar a cidade inteira e se tornar um poder soberano. Acabará por se tornar um grande império usurpador.

16 comentários:
Porra, falando mal do Rio, justamente vc que mora em Belém que é a cidade que tem 51% do espaço urbano ocupado por favelas. No Estado do Pará que existe 300 nomes marcados para morrer. Vá na comunidade Belém do Orkut, todo mundo reclamando dos assaltos e mais assaltos. O Processo civilizatório nem começou ae. ahuahuahuahauhauhauhauahuah
É dear friend...
Já dizia o Velho Ditado: "Quando a cabeça não pensa, o corpo padece..."
Ociosos os cérebros dito pensantes da Cidade Dengosa, despencam os muitos corpos a tiros de bala...
Deus tende piedade do Brasil!
Porra, falando mal do Rio, justamente vc que mora em Belém que é a cidade que tem 51% do espaço urbano ocupado por favelas.
Conde-E daí? Ao menos, elas não têm toque de recolher decretado pelo traficante. . .eu não estou querendo subestimar o Rio e sim retratar uma situação, que para uma cidade com tamanho potencial como é o caso da capital do RJ, está pior do que Belém do Pará, por exemplo.
No Estado do Pará que existe 300 nomes marcados para morrer.
Conde-Só isso? Compare isso com o Rio e veja o resultado. . .
Vá na comunidade Belém do Orkut, todo mundo reclamando dos assaltos e mais assaltos.
Conde-Meu camarada, vc precisa conhecer Belém. Belém é bem mais segura do que o Rio, isso posso te garantir tranquilamente. Eu não sinto o mesmo medo do que o Rio de Janeiro. Que o fenômeno carioca não seja o único no Brasil, todavia, o Rio é o exemplo clássico do que podemos chegar. E acredite, Belém ainda não chegou a esse nível.
O Processo civilizatório nem começou ae.
Conde-Com certeza, o Rio de Janeiro não é exemplo de processo civilizatório para o Pará. E te garanto, Belém é bem mais civilizada.
"Cada povo tem o novo que merece". Infelizmente esses exemplos são mundiais. Seja em Belém, na Cidade Maravilhosa, ou em Porto Alegre, onde estou. Definitivamente, a humanidade não deu certo.
Tão barulhentos quanto o rabo balouçante da mulher-melancia.
Admitiu que não gosta, né bichona!
Assino em baixo.
Excelente,caro Conde!!!
KIRK
excelente texto, apesar de nao conhecer o Rio concordo com o q diz. E excelente blog, tornarei-me leitor dele. :)
Conde, com certeza deve ter mexido com o orgulho dos seus amigos cariocas. No entanto, seu texto retrata tão somente a realidade do Rio de Janeiro e do cotidiano dos cariocas. Espero que, com seu alerta, os seus inúmeros amigos se rebelem e exijam atitudes dos governantes para mudar o quadro atual e que digam NÃO ao poder paralelo dos bandidos. Afinal, todos os brasileiros se orgulham da cidade maravilhosa.
Parabéns pela coragem, Conde. Parabéns pela bela narrativa da sua estadia na cidade.
Conde,
Excelente análise para quem não vive na cidade. Sou carioca, atualmente morando em São Paulo, e amo o Rio de Janeiro. Só que tenho que admitir que suas colocações são certeiras quanto ao triste destino da antiga capital federal. De fato, hoje, o que há é um lugar maravilhoso em virtude das belezas naturais, apesar da cidade. Logo o Rio de Janeiro que foi uma cidade reformada nos moldes do que havia de melhor no mundo (arquitetura, artes, comportamento etc) no ínicio do século XX.
A cidade se bestializou. Regrediu às trevas no tempo inferior a um século. O carioca é condescendente com a malandragem, com a esperteza, como se fossem traços positivos de uma cultura regional. E daí para a criminalidade, dos pequenos delitos aos crimes dolosos, é um pulo realmente.
Também conheço Belém, pois minha família por parte de mãe é toda daí. Guardadas as proporções é triste também acreditar que é uma questão de tempo para que a violência alcance patamares semelhantes. No entanto, a diferença principal é que o paraense ainda se identifica com as suas raízes, com a sua cultura, apesar de também existir música igualmente ruim (o tecnobrega que o diga!) enquanto o funk é reconhecido como manifestação cultural do Rio.
Belo texto !!!
Também conheço Belém, pois minha família por parte de mãe é toda daí. Guardadas as proporções é triste também acreditar que é uma questão de tempo para que a violência alcance patamares semelhantes.
Conde-Nisto vc tem toda razão. Aqui em Belém, a violência alcança tb índices preocupantes. Na verdade, a questão que ronda o Rio de Janeiro é o mesmo de toda grande capital. Se o Brasil não tomar cuidado, poderá ter um destino até pior.
No entanto, a diferença principal é que o paraense ainda se identifica com as suas raízes, com a sua cultura, apesar de também existir música igualmente ruim (o tecnobrega que o diga!) enquanto o funk é reconhecido como manifestação cultural do Rio.
Conde-A questão é que o paraense ainda é toma posições conservadoras quanto a isso, embora a eleição da governadora Ana Julia Carepa ameaça colocar o Estado do Pará num impasse. Temo que os paraenses, talvez bem mais fatalistas do que os cariocas, comecem a aceitar banal a violência que estão começando a viver. Aí estaremos perdidos, bem mais perdidos do que o Rio.
Parabéns Conde!
Achei muito criativa e demonstra uma observação refinada da realidade carioca... penso que olhar de fora traz uma luz mais fiel das coisas.
Caro Conde
Devido ao pouco tempo agora, não posso comentar muito sobre o artigo, mas algumas coisas estão equivocadas.
Para começar o crime, ao contrário do que a mídia retrata não é organizado, porque se fosse faria como o PCC em são Paulo.Existe qualidade de vida no Rio sim, porém não está mais na Zona Sul que vive acuada realmente.Existe um grande fluxo migratório dos moradores antigos em direção a outras regiões , principalmente a Zona Oeste, em que pode-se encontrar pessoas decentes e dispostas a ajudar o próximo de verdade. A Zona Sul é onde se concentra o mais baixo nível moral com certeza, com grande influência dos nordestinos, que são em sua maioria alcoolátras e hoje grandes consumidores de cocaína nas favelas onde constituíram uma espécie de máfia.Já que você mencionou o lixo do ritmo funk eu acrescento outro: o forró, que hoje é muito popular na cidade, com suas letras de duplo sentido e que é muito parecido com o funk em relação ao ambiente em que é ouvido.Pretendo continuar a análise depois, mas cuidado com as análises precipitadas, principalmente se você nunca entrou numa favela ou morro do Rio.Acredito que você não confia na grande mídia, mas acho que nesta questão você está sendo influenciado por ela.
Volto depois
Um abraço
Conde Lopeaux de "não sei das quantas", comentário de um paulista que não gosta do Rio e nem de ler imbecilidades. Não escreva, assim você pode se transformar em um grande poeta. Seu dogmatismo conservador é mais maléfico que a picada do Aedes Aegypti.
Não leve a mal, mas achei seu texto muito discriminatório e totalmente pessimista.
Moro no Rio desde criança, embora não seja carioca, eu considero aqui uma cidade MARAVILHOSA sim. Tem seus problemas como toda cidade grande, mas com certeza é uma cidade privilegiada pela natureza e pelo povo.
Você deu muito azar meu caro, por passar tantas peripécias ruins por aqui, acho que isso se deve ao seu baixo astral, que acaba atraindo coisas muito estranhas. Afinal, acredito sinceramente na Lei da Atração, mude sua sintonia e lhe convidarei para conhecer e re-conhecer que o Rio é um dos estados mais lindos do Brasil...
Agora, vem me falar de mosquito, e aí em Belém... ah sem comentários! rsrsrs
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