domingo, agosto 21, 2011

William Douglas e o politicamente correto evangélico

Recentemente, em conversa com meu amigo Julio Severo, soube dos posicionamentos da Revista evangélica Genizah, em particular, sobre variadas controvérsias que hoje estão em voga na mídia e nos meios culturais. No entanto, chocou-me o posicionamento “politicamente correto”, medroso, lânguido, e mesmo pusilânime desta revista. Na verdade, há entre os cristãos uma falta de coragem para falar a verdade, seja a do Evangelho, seja do que ocorre na realidade mesmo.

William Douglas, juiz de direito e professor de concursos públicos, é também evangélico. Uma de minhas polêmicas contra ele foi quando critiquei o mito atualmente comum a milhares, senão milhões de brasileiros, do “sonho” de ser funcionário público. Afirmei que isso é um mau sinal, um sintoma patológico da moral e da psicologia de nossa sociedade, temerosa dos riscos, dos desafios e das frustrações do empreendimento e da livre empresa. Ademais, “sonhar” com a segurança estatal e com a aposentadoria faz desta nação espiritualmente senil e fracassada, uma vez que não se arrisca a promover o bem comum através da criatividade e da liberdade. A cultura, a economia e a boa política, em suma, a civilização, não se fazem por meio de burocratas ou socialistas de gabinete.

Por outro lado, a busca de cargos públicos bem remunerados também reflete a anomalia de uma economia cada vez mais entrevada e um modelo socialista de Estado que controla cerca de praticamente metade do pib do país. Em outras palavras, o governo é uma espécie de todo-poderoso que controla metade do que os trabalhadores, empresários e demais elementos da iniciativa privada produzem, para sustentar uma burocracia diminuta, privilegiada e muitas vezes parasitária do trabalho surrado e confiscado através de impostos. Basta fazer a comparação entre o que o brasileiro médio paga e o que recebe do Estado para entender o abismo que o país será levado com as políticas socialistas do governo brasileiro. Convém dizer que historicamente, quando uma entidade política tem um poder desproporcional sobre a educação, saúde pública, segurança, cultura, imprensa, e mesmo no mercado de trabalho ou empresarial, é porque a expansão governamental é cada vez mais ameaçadora ao sistema de liberdades na democracia. Não poderia deixar de afirmar que o Estado totalitário moderno é um filho bastardo da democracia liberal.

É compreensível que uma boa parte da população busque emprego nos concursos públicos: com quase metade da renda nacional em impostos, quem não se seduzirá com os altos salários dos cargos oferecidos pelo governo? Nada mais lógico buscar onde há mais segurança, conforto e dinheiro. Tanto melhor ganhar seu salário sobre os impostos do que necessariamente apenas pagá-los. No entanto, deveríamos perguntar se essa concentração brutal do governo na economia não significa prejuízo para a sociedade, no sentido da escassez de empregos, oportunidades e competição no mercado. Além de ser, reiteremos, uma ameaça clara para as liberdades individuais. Neste ponto, nada vejo de concreto no Sr. William Douglas.

Nadando contra a maré vermelha, Julio Severo, inimigo ferrenho dessa modernidade tirânica do anticristo, falaciosa nas suas promessas de um progresso terreno, quando na verdade conspira contra as liberdades mais elementares, tem um posicionamento lúcido diante do que é uma tragédia de nossa civilização. O Estado, em nome da expansão dos direitos individuais, usurpa a liberdade, a família, a propriedade, a consciência individual e tenta, pelos mecanismos mais sutis, imbecilizar os cidadãos. Neste aspecto, a defesa da educação em casa pelos pais (homeschooling), a redução da esfera de poder estatal, o combate à ideologia politicamente correta, bandeiras defendidas por esse insigne e corajoso evangélico, são propostas que deveriam ser defendida por qualquer cristão, católico ou protestante, no sentido de preservar o elemento essencial da vida política livre, que são os seus valores e instituições voluntárias.

É paradoxal que alguns liberais, arautos da idolatria do livre mercado, sejam tão omissos quando a questão é a liberdade em outras esferas. Partem da mera maximização econômica da sociedade, quando na prática, se esquecem do resto. Daí a entender o deslumbramento falacioso da atual China comunista, que constitui um perigo claro às liberdades, quando se observa que esta nação, sob o beneplácito do capitalismo, pode se tornar a primeira potência econômica mundial. Paradoxalmente, o tal “socialismo de mercado” parece seduzir o economicismo capitalista. Esses arautos do livre mercado se esquecem de que a liberdade econômica e a livre concorrência só podem sobreviver se houver outras liberdades.

Contudo, em nome da maximização de oferecer a educação ou saúde públicas, o Estado pretende ser dono das consciências e dos corpos das crianças, a revelia dos pais. Educação ou vacinação obrigatória são formas de servidão, tanto das consciências como dos corpos, já que o poder governamental nos impõe esses direitos, da forma como ele quer. Mais do que um socialismo econômico ou estatal, o que pouca gente percebe é que há uma espécie de socialismo espiritual, onde o Estado se torna uma espécie de provedor de tudo, substituindo as funções outrora praticadas voluntariamente pela própria sociedade. Daí a entender uma geração de imbecis em países onde o Estado do bem-estar social (não seria mal-estar?) promete mundos sem fundos. Cada vez mais o Estado cria uma regulamentação brutal sobre os aspectos mais comezinhos da vida privada das pessoas. Não precisamos mais dos métodos soviéticos de controle estatal da sociedade. A democracia e o capitalismo não são imunes a essas artimanhas. Pelo contrário, eles podem perfeitamente colaborar com o totalitarismo, sem prejuízo das aparentes formalidades legais.

E o aspecto mais assustador desses controles governamentais está no âmbito das idéias. Neste ponto, Julio Severo é muito mais feliz e, por vezes, profético. A legislação da chamada “anti-homofobia” preconiza controlar pensamentos e idéias alheias, sob o disfarce de combater preconceitos contra gays. Até mesmo a ideologia de combater preconceitos já soa perversa, pois ser preconceituoso está na esfera individual de consciência de cada um. Sob a capa dos “direitos humanos”, as democracias podem perfeitamente acabar com a liberdade de expressão, de religião e de consciência, com a mais presunçosa paz de espírito. Os grupos de minorias raciais ou sexuais falam de “direitos” sempre exigindo burocracias protetoras, tais como criancinhas mimadas carentes de um papai acolhedor e babá. E junto com sua agendinha cultural, defendem a censura e o policiamento de idéias, transformando o Ministério Pùblico ou da Polícia Federal numa espécie de NKVD soviética stalinista ou Gestapo nazista, espionando pensamentos inconvenientes. A legislação politicamente correta quer transformar a nação numa legião de alcaguetes e dedo-duros, fuxiqueiros, cretinos, intrigantes, vendilhões e colaboracionistas covardes, adeptos do status quo, da submissão mais abjeta e da bajulação à ideologia do Estado.

E o que o Juiz william Douglas faz contra esse estado de coisas, sendo evangélico? Toma partido de Julio Severo, contra os perigos de uma legislação totalitária? Nada! Tenta negociar com os demônios, na acepção acertada de Dostoievski sobre os socialistas. Aqueles mesmos socialistas, que anos depois, causaram uma guerra civil e implantaram a ditadura mais genocida da história humana, a Rússia soviética. O magistrado diz que se deve “negociar” com o movimento homossexual, no sentido de amenizar a legislação totalitária e torná-la mais branda, ou seja, a de considerar as práticas de engenharia social do movimento gay.

Ao crer que a legislação democrática esteja acima das leis divinas ou dos princípios basilares do cristianismo, Douglas relativiza a própria fé cristã. No final das contas, será que devemos conversar educadamente com pessoas que querem induzir nossas crianças às faculdades “maravilhosas” do sexo anal? Se o Sr. William Douglas se dispõe a isso, pode ser justamente pela espantosa ignorância de que os cristãos, católicos e evangélicos, possuem das artimanhas que estão por trás do movimento homossexual. Na verdade, a agenda gay já está decidida a destruir o cristianismo no país, seja na esfera da família e dos valores cristãos. O Sr. Douglas, na lamentável estreiteza de um homem que vê as leis apenas pela superfície da forma, é que desconhece todo o aparato de poder que está por detrás da militância GLS. O pior é que ele não está sozinho. O povinho bajulador do Genizah está compactuando com a omissão, junto com outros demais, que são apenas covardes.

Mas não podemos condenar o Sr. William Douglas, homem especialista em “políticas públicas”: sua especialização, de certa forma, é produto dessa estatização espiritual da sociedade. Ainda que os gays raivosos queiram colocá-lo na cadeia como evangélico, através de uma legislação capciosa; ainda que os mesmos queiram ensinar a crianças menores de idade, os prazeres do sexo anal, há de se reconhecer que a polidez do juiz não é em si um ato cristão. É um sintoma de profunda estupidez. Confesso que a inquisição espanhola e as cruzadas me assustam bem menos do que a reação de cristãos como ele. Ao menos queimar hereges ou passar a fio de espada mouros estupradores pareciam atos de firmeza e autenticidade. Ademais, até na guerra civil espanhola, quando houve pilhares de Igrejas e assassinatos de religiosos, os soldados católicos das tropas do Generalíssimo Franco não pensaram duas vezes em fuzilar milhares de comunistas. Com certeza ninguém faria agendinha gay aos filhos dos cristãos de épocas de antanho. Como aliás o islâmico, em priscas eras medievais, não brincava em serviço contra os francos. Mas agora os inimigos dos cristãos e de toda a sociedade ocidental ditam, polidamente, se devem ou não colocar pessoas como o Sr. William Douglas, eu ou Julio Severo na cadeia. E ele agradece, compassivo, o que é expressão da mais estranha tolerância e pusilanimidade, repassada como piedade cristã. A Revista Genizah parte dessa mesma expressão de pieguice travestida de cristianismo postiço. Patético!

Julio Severo não é tão radical quanto parece. Pelo contrário, radical mesmo é a militância politicamente correta, que promete ensinar homossexualismo nas escolas e, quem sabe, legalizar a pedofilia. Ou mais, colocar cristãos na cadeia, por não colaborarem com os “modernos” ensinamentos sexuais do movimento homossexual nas escolas, nas novelas e na mídia em geral. No entanto, atualmente, as futuras vítimas colaboram com seus algozes. Será que o Sr. Juiz ainda não se perguntou por que Julio Severo está fora do país? Será que a turminha insossa do Genizah faz alguma coisa para proteger um pai de família, cujo único pecado é ser tão profundamente leal aos seus princípios de consciência? Até o berço do calvinismo dito “conservador” da Universidade Mackenzie de São Paulo se acovardou com a pressão do movimento gay, quando tentou manifestar uma posição divergente, retirando um artigo que condenava o homossexualismo. O mais caricatural é o Sr. William Douglas querer ditar regras de bom mocismo a Julio Severo, como se o radical fosse o próprio evangélico exilado e perseguido pelas suas idéias e não a agressiva e virulenta militância homossexual. Ao menos, o senhor magistrado deveria fazer o mínimo de esforço possível para ver a mais pura realidade.

E aqui entre nós: o Sr. Douglas acredita mesmo no “bispo” Crivella, da Igreja universal, aquela mesma fábrica de dinheiro que é cão de guarda do governo federal do PT abortista e pró-gay? O magistrado não tem mais idade pra ser tão ingênuo. O Nosso Senhor afirmou que o Reino dos Céus estaria aberto às crianças. No entanto, o Filho de Deus também disse que sejamos mansos como as pombas e sagazes como as serpentes. A ingenuidade é muito bela nas crianças, mas deplorável nos adultos. No máximo, devemos conhecer da malícia do mundo para preservar a integridade de nossas crianças e de nós mesmos. Integridade que o movimento homossexual ameaça corromper.

segunda-feira, agosto 15, 2011

A “tolerância” gay na internet

Lia o blog do meu grande amigo evangélico Julio Severo e eis que me deparo com as respostas grosseiras dos fanáticos do movimento gay, refletindo o tipo de metodologia totalitária que há por trás dessa turba organizada. Convém dizer que este bravo homem cristão está fora do país. A militância homossexual usou de variados meios para censurá-lo e calar a boca de algumas verdades denunciadas no seu blog. O chefe do movimento gay da Bahia Luiz Mott chegou a divulgar na internet um suposto endereço da residência do militante evangélico, colocando em risco a sua integridade física. Até o Ministério Público Federal entrou na farsa, movendo o processo por um crime inexistente, o de “homofobia”. Sozinho, e no sentido de resguardar o bem estar de sua família, ele teve que sair do país.

Vejam a natureza das críticas sofridas por Julio Severo recebe em seu blog. Em publicação de seu blog, na data de 14 de agosto de 2011, alguns militantes gays pediram a cadeia para o blogueiro. O crime? Criticar o movimento homossexual. Cabe comentá-lo:

“a liberdade de expressão vai até o ponto em que fere a constituição. vc pode não gostar de homossexualismo, mas emitir publicamente esta opinião é ferir o direito de liberdade do outro”.

Conde- Não existe nada na Constituição que “proteja” o homossexual de qualquer tipo de crítica. Aliás, nem deve, porque a constituição garante a liberdade de expressão de qualquer idéia, sendo vedado o anonimato e todas as pessoas ou condutas são passíveis de crítica, a não ser que criemos privilégios especiais de opinião aos gays. “Privilégio” que fere a Constituição, que afirma que todos somos iguais perante a lei. Convém afirmar que, a despeito de sua proibição, o anonimato é usado covardemente para atacar Julio Severo. Liberdade de expressão, pela sua definição, não obriga ao seu opinador a agradar a ninguém. Nada do que Julio Severo diz é mentira ou falsidade. Percebe-se aqui a consciência totalitária distorcida deste militante homossexual. Ele confunde a mera discordância de uma opinião ou projeto político com a obstrução da própria liberdade. Criticar pessoas, grupos políticos, entidades governamentais, ou seja, qualquer coisa, faz parte da própria democracia, e só uma pessoa muito lunática e com viés despótico é que possa presumir que a mera crítica fira liberdades alheias. Pelo contrário, quem quer ferir a liberdade alheia é o militante gay, que deseja tirar o direito de opinião livre das pessoas.

A inversão esquizofrênica da linguagem é algo que surpreende até um romance de George Orwell. Se o movimento gay pode criticar os cristãos, pode criticar a moral vigente, pode criticar a rejeição à homossexualidade, o mesmo princípio se aplica a todo mundo, que pode criticar também os homossexuais militantes.

Na cabecinha do militante fascista do movimento gay, pode-se usar das prerrogativas do Ministério Público para calar a boca de Julio Severo e demais cristãos, sem supostamente ferir a liberdade de alguém. Porém, criticar o homossexualismo e a ditadura gay virou crime. E ainda essa gente se escandaliza quando é chamada de nazista?

“diferentemente, os homossexuais não fazem campanha contra o heterossexualismo, eles apenas pedem para deixar de ser perseguidos e assim poderem viver como desejar”.

Conde-Aqui o militante gay mente e muito mal. O movimento homossexual não somente ataca a tradicional família cristã, como também quer criminalizar qualquer opinião em contrário ao homossexualismo. Mas essa é a natureza psicótica do movimento homossexual: a auto-vitimização neurótica e paranóica com a sanha criminosa e doentia de calar a boca dos dissidentes à força. Ou seja, o repressor das idéias alheias se protege com a própria vitimização neurótica de um perigo inexistente.

O indivíduo que condena o homossexualismo, seja baseado no quer for, até mesmo preceitos religiosos, está ferindo a constituição do país e deveria ser processado.

Conde- O militante gay não é apenas mentiroso, como também burro. Não existe nenhuma prerrogativa constitucional que proíba a crítica aos homossexuais ou ao homossexualismo. Ademais, proibir a crítica ao homossexualismo fere a liberdade constitucional, uma vez que há, além da liberdade de expressão, a liberdade sexual de rejeitar aquilo que não nos agrada. Pelo jeito, o analfabeto jurídico não sabe nada de leis e fica dando palpite em tudo. No entanto, o Ministério Público, de forma ilegal e delinquente, já criou um precedente jurídico que não existe na lei, a tal “homofobia”. Aí dá pra entender do porquê de ele repetir uma legislação paralela, que só existe na linguagem totalitária do movimento gay. Onde a Constituição permite algum tipo de processo por crimes de opinião? Bem, essas são as intenções nazistas do movimento gay, criar um precedente inexistente para a destruição da liberdade de expressão.

Muito confundem liberdade de expressão com poder falar o que quer e o que pensa, mas não é assim. Se pronunciar contra o direito do homosexual viver como quer é crime!

Conde- A Constituição proíbe alguém de falar o que pensamos? De onde esse palerma nocivo tirou essa idéia? Do movimento nazista gay, naturalmente, já que não passa de um fascistinha travestido em arco-íris. O movimento gay criou um precedente digno da pior ditadura comunista: a liberdade de expressão não existe mais. Pronunciar-se contra reivindicações políticas gayzistas se tornou “crime”. Sabe-se lá de qual legislação? Mas a intenção está clara: a lei “anti-homofobia” ainda nem passou e os militantes homossexuais já querem colocar pessoas na cadeia por crimes inexistentes?!

Criticar a orientação sexual é crime sim senhor !!! Gente como vc merece cadeia !

Conde- Vamos ver se entendi a lógica do “senhorito arrogante” e andrajoso: rejeitar uma conduta sexual agora é crime? Onde está a liberdade sexual para criticarmos a orientação sexual que não nos agrada? Onde está escrito na Constituição que devemos aceitar compulsoriamente um comportamento sexual sem questioná-lo? Se criticar a orientação sexual é crime, nas palavras do símio acima, então criticar a pedofilia, a zoofilia, a necrofilia, e outros tipos de práticas ou “orientações sexuais” também é crime. A lógica do movimento gay não é das melhores. Deve ser algo digno do hospício ou do manicômio judiciário.

Volta, fujao, que o MPF vai te colocar num lugar onde vc nunca mais vai escrever coisas que revoltam a comunidade lgbt. Volta fujão!

Conde- Vamos analisar quem é o covarde? Um indivíduo isolado, que tem família constituída, destituído de posses, e que fala a verdade num blog contra milhares de militantes imbecilizados, desequilibrados, sustentados por ongs riquíssimas, pelo dinheiro público e mesmo com a força do Estado, através do Ministério Público, é um covarde? Não, covarde, é essa criatura que precisa de grupelhos sem situados para se arrogar a usar a palavra contra a parte mais fraca, que é a de Julio Severo. Esse mesmo covarde que, a despeito de toda a estrutura financeira e estatal milionária de apoio ao movimento gay, ainda se esconde covardemente no anonimato, sem a coragem de mostrar a cara! Esse é o verdadeiro fujão, sem moral, sem cérebro, sem inteligência, sem caráter.

Parabéns!
O blog do tsavkko citou seu fundamentalismo e meu blog repostou!


Juntos para fazer as pessoas saberem quem é vc.

Conde- Interessante notar o quanto os idiotas falam do “fundamentalismo” sem conhecerem patavina da palavra. Todavia, não seria mal retribuir a palavrinha considerada “politicamente incorreta” aos seus reais praticantes: existe “fundamentalismo” maior quando uma trupe de sodomitas se auto-sacraliza na prática anal, achando que qualquer crítica, dissidência ou mesmo aversão é possível de ir pra cadeia? Inclusive, rasgando ou interpretando a Constituição Brasileira de forma esquizofrênica?


Logo vou postar seus textos anti diversidade religiosa a postar videos que o caio fabio fez sobre vc.


covarde, fujão!

Conde- Ao que parece, o “corajoso” é outro que sobrevive no anonimato. O Brasil tem dessas coisas: os “corajosos” são aqueles aliados do governo, do dinheiro público sujo, de ongs riquíssimas, que tentam esmagar indivíduos isolados, mas que guardam a interioridade independente, prontos a morrer pela verdade do Evangelho. Mas o covarde é sempre assim: é poderoso com os fracos e cachorrinho de madame com os poderosos! O movimento gay, cão de guarda da ditadura politicamente correta, com certeza não pensará diferente. E convém dizer, quem é que leva a sério o Sr. Caio Fábio, bajulador do PT, que depois de ser pego na falcatrua do dossiê Cayman, não passa atualmente de uma espécie curiosa de escroque fracassado? Eu duvido muito da sinceridade ou inteligência de quem prega a tal “diversidade”. Claro, é a “diversidade” de grupelhos imposta pelo PT, pelos partidos de esquerda, que destróem essa pluralidade quando foge do controle do partido-Estado. Aqui entre nós: fracassar na falcatrua é um ato completo de incompetência! Até o aliado Lula, que tem menos letras do que o Caio Fábio, consegue ser melhor! O Sr. Caio Fábio é um dos colaboradores desse estado de coisas terríveis que acometem em matéria de corrupção e bandalheira no Brasil, com a promoção desta quadrilha petista no poder.

quarta-feira, agosto 10, 2011

Respostinha ao ateuzinho nojento

Um jumento de marca maior enviou a seguinte mensagem no meu blog. Cabe refutá-lo:


"Seu cristão nojento, preste atenção no que você fala".

Conde- Eu presto. Quem parece não prestar pra nada, com esse palavreado de ateu nojento e analfabeto é você.

"Suas palavras: "Grande parte do discurso relacionado à religião é sempre direcionado ao antisemitismo. Ou seja, ele pega a religião para justificar a ideologia racista dele, e não contrário. Então ele na verdade faz da religião apenas um instrumento da ideologia nazista."
Então quer dizer que Hitler conseguiu justificar todos os seus erros e atrocidades com a sua religião imunda, não é mesmo"?

Conde- Não, ateuzinho nojento. Foi a ideologia do evolucionismo, no qual você apregoa como credo dogmático de infabilidade papal, é que deu incrementos ideológicos para que Hitler aplicasse a eugenia racial e exterminasse milhões de pessoas. A minha “religião imunda” prega o amor e a humanidade, filha de Deus. Já a sua ideologiazinha darwinista nojenta é que criou essa categorização de raças superiores e inferiores, que engendrou o nazismo e o extermínio dos judeus.


Quer dizer que a sua religião justificou o racismo, o antisemitismo.

Conde- Não, não justificou, condenou. Quem justificou o racismo e o anti-semitismo foi o darwinismo defendido por nojentinhos como você.

Isso mostra no mínimo que os cristãos apoiaram e aceitaram a situação,

Conde- Alto lá! Há cristãos e cristãos. Dizer que um cristão é nazista tem o mesmo sentido de dizer que ser cristão é virar adepto da Teologia da Libertação e comunista. O Vaticano condenou o nazismo. Publicou uma encíclica papal condenando a ideologia nazista e, ainda, através de um trabalho clandestino, salvou quase um milhão de judeus. Mas não podemos falar de ateuzinhos nojentos como você: os ateus lá da Rússia Soviética, inclusive, deportava judeus para os campos de concentração de Hitler. Fazer o que, não é mesmo, nojentinho ateu?

já que esta foi baseada em sua fé.

Conde- Não, já que foi baseada na “sua” fé darwinista.. .

Não foi isso que aconteceu?

Conde- Não, não aconteceu. Você é muito burro em história.

Inclusive com todo apoio do papa da sua igreja, certo?

Conde- Errado. Em 1937, o Papa Pio XI publicou a encíclica Mit Brenender Sorge (com imensa preocupação), condenando a idolatria da raça e da pureza racial. O sucessor dele, Pio XII, mandou que o Vaticano liberasse milhares de passaportes para os judeus perseguidos pelos nazistas. Ademais, autorizou que os conventos abrigassem judeus refugiados e, inclusive, o Vaticano chegou a subornar oficiais nazistas na Itália, para salvar a comunidade judaica de Roma. Claro que essas informações não vão sair no site do portal ateu, não é mesmo ateuzinho nojento?


"A igreja, de forma muito sutil, tentou atacar o nazismo..."


É pra rir mesmo.

Conde- Sim, é pra rir de você mesmo. Além de ateu nojentinho, é burro.


A sua religião serviu e ainda serve para justificar barbáries, pelo visto...

Conde- Não serve. O darwinismo é que serviu para justificar barbáries. Mas quem disse que você conhece alguma coisa de evolucionismo? Portal ateu não vale.


Importa o fato de Hitler ser ou não cristão?

Conde- Sim, importa. Como importa quais ideologias esse criminoso racista e fanático absorveu. Absorveu da mesmíssima literatura darwinista pela qual você exalta como a revelação divina.

Não!

Conde- Claro que a verdade não importa pra você, sr. Ateu nojentinho!

Importa o fato de ter usado a sua religião para convencer as massas.

Conde- Deixa eu ver se entendi a lógica cu: se uma coisa boa que é a religião cristã é usada por um demagogo materialista e racista para enganar as massas e fazer o mal, a culpa é da religião? Não, ateuzinho nojento, a culpa é de demagogos socialistas e darwinistas como Hitler, que enganando a população cristã, manipula os símbolos da fé religiosa para seus intentos criminosos.

Porque afinal de contas é pra isso que ela serve mesmo.

Conde- E ateus só servem pra falar merda. . .



E olha que eu não concordo com a história de que ele era cristão, mas não por nenhuma das baboseiras que você defecou no vídeo...

Conde- Sinceramente, não importa o que você acha ou deixa de achar. Simplesmente você não tem cabedal intelectual pra julgar nada, sr. ateuzinho nojento!


Aprenda um pouco mais sobre o nazismo antes de falar bobagens, preste atenção aos símbolos utilizados, à arquitetura de suas construções, à própria idéia de resgatar o povo germânico em sua essência, à ideologia além da política...

Conde- E por acaso falei alguma coisa diferente? Olha como você é literalmente burro, ateu nojento: uma hora, Hitler se auto-declara “cristão”, mas exalta valores germânicos pagãos e racistas, contrários ao próprio cristianismo. Decida cara, sua lógica vale tanto quanto a ameba que tenho na minha barriga. Não vale nada. E quem disse que a “essência” do povo alemão é o germanismo? O germanismo é mais uma criação política e cultural do que racial. Isso porque o povo alemão é mestiço de eslavos, de vários povos bárbaros e, ainda, de asiáticos, vide os hunos. Ateu, nazistinha e bostinha falando merda, porque além de ler site de portal ateu, ainda deve ser um desses tipinhos analfabetos que lê literatura revisionista do holocausto.

Em nada disso cabe o seu cristianismo imundo.

Conde- Será outro nazi-mestiço com complexos de inferioridade de pureza racial?

Hitler foi apenas muito inteligente em usar algo tão sujo quanto seus atos, a religião cristã.

Conde- Vamos ver se entendi, mais uma vez, a lógica do protozoário: se o cristianismo prega o amor, a fraternidade e que toda essa humanidade é filha de Deus, então ela é tão desprezível quanto a ideologia racista de Hitler, que nas suas palavras angelicais de analfabeto funcional patológico, quer “resgatar” uma “essência alemã” que não existe em lugar algum?


Me parece que você até já estudou alguma coisa. Me assusta o fato de pessoas assim ainda serem cristãs e defenderem esse covil de cegueira e ignorância nos dias de hoje...

Conde- Eu fico mais perplexo o quanto é tão baixo o nível de analfabetismo de ateus nojentinhos como você. Já percebeu que você não completa um silogismo lógico elementar e decente?

Acorde, amigo. Hoje em dia os "pagãos" não são mais queimados em fogueiras (pelo menos não aqui, pra sua infelicidade, né?).

Conde- Coitado do rapazinho. É um tipinho “ateu” que acredita em bruxinhas wicca. Mas num ponto você tem razão: a inquisição, ao menos, está mais justificada, quando temos protozoários intelectuais como você. Quem sentiria sua falta se alguém o queimasse vivo?


Não sei ao certo se você é católico, ou evangélico, ou o que seja... Mas você tem uma vocação incrível para pastor. Se ainda não pensou na profissão, deveria pensar.

Conde- Lamento dizer, mas a única vocação que você tem é pra ser presidiário. Tem uma linguagem de delinquente que é uma beleza!


Uma última observação: Tente aprender pelo menos o básico de alemão para usar palavras nesse idioma tão lindo. Sua pronúncia é horrível...

Conde- a bárbara língua alemã, idioma lindo? Bem, para um analfabeto em língua portuguesa como você, realmente falar bar, bar, bar, bar está de bom tamanho. Só espero que não ande de quatro e lata na rua. Porque aí só chamando a carrocinha de cachorro para colocá-lo na coleira.



Um abraço ateu.

Conde- Não, dispenso seu ânus. Mesmo que você tivesse uma vagina, já sou comprometido. Nem a vaca da sua mãe serve pra coisa, parindo uma nulidade como você.

terça-feira, agosto 09, 2011

Capitalismo e socialismo


Conde Loppeux de la Villanueva explica sobre as diferenças entre o capitalismo e o socialismo e revela por que o socialismo ainda é uma ideologia de sucesso, apesar de seus fracassos.