segunda-feira, setembro 13, 2010

Diga não aos verdadeiros golpistas!


As esquerdas, na mídia, nas universidades, na política, em escolas, enfim, em centros de divulgação da cultura, alardeiam o “golpismo” da imprensa toda vez que ela denuncia mais uma coleção de crimes do petismo. Elas remoem as lembranças da investida dos militares em 1964, como se as divulgações ao público sobre os crimes do governo fossem uma espécie de conspiração e luta pelo poder, no sentido de derrubar o PT. Ou seja, as palavras viraram armas, tanques de guerra, metralhadoras, uso da força. Embora as palavras jamais devam ser subestimadas, posto que tenham poder, no entanto, a fiscalização e a denúncia da livre imprensa contra os desmandos do governo é um expediente natural de qualquer democracia. Claro, não é o que passa pela psicologia do PT. O sonho do presidente Lula e de seus sequazes é a cubanização do Brasil. A imprensa sonhada pelo petismo é calada, amordaçada, ou então, chapa branca, oficialesca, bem aos caprichos dos regimes totalitários. De fato, eles já conseguiram isso. Os sindicatos de jornalistas, os editoriais, as universidades de jornalismo são praticamente quase todos controlados por socialistas e comunistas. Os únicos “golpistas”, por assim dizer, são alguns jornalistas corajosos e independentes, que não se vendem ao governo, como também a internet e seus milhares de blogs. Os blogs, por assim dizer, estão salvando a honra do vergonhoso e vendido jornalismo brasileiro. Direi mais: estão salvando a política brasileira de uma falta de oposição, já que o PSDB, espiritualmente, colabora com o petismo, de alguma forma.

Os milhares de cidadãos comuns, honestos, que escrevem em sites independentes e blogs e comentam no twitter ou mesmo revistas e jornais que publicam matérias de grande interesse ao público, agora são acusados de “golpistas”. As forças armadas estarão de prontidão, esperando nossa ordem. Nós, os blogueiros, somos sustentados pelo capitalismo internacional e pela burguesia malvada, que financia nossas opiniões. Os “movimentos sociais” como o MST; revistas esquerdistas camaradas do tipo Carta Capital ou Caros Amigos; e sites que ninguém lê, como Carta Maior, dos Emires Saderes da vida, coitadinhos, são pobrezinhos, não vêem um centavo do dinheiro do contribuinte.

É mania das esquerdas inverterem o sentido da realidade. Quando eles roubam, dizem: e quem não rouba? E aí, pelo fato de supostamente todo mundo roubar, eles se dão ao trabalho de se absolverem e criminalizarem a sociedade inteira, roubando como nunca. E quando eles são pegos violando o sigilo bancário e fiscal de alguém, eles dizem: e quem não faz isso? Assim, eles começam a fazer conjecturas, justificando a violação da privacidade alheia, pelo fato de que é eficiente para combater o crime. Ou seja, a sociedade é previamente criminalizada e policiada, enquanto eles mesmos se inocentam no crime de violar privacidade alheia e usar informações confidenciais para chantagear e extorquir todo mundo. O mesmo se aplica ao golpismo. Os esquerdistas medem a humanidade pela régua deles. Se eles são assassinos e vigaristas, é claro que os seus opositores também o são. E aí a fábrica generalizada de dossiês é para inviabilizar qualquer questionamento contra eles. Ou seja, catar os podres de todo mundo, para que o PT continue sempre corrupto e impune. E quando não conseguem encontrar podre nenhum de alguém, apelam à calúnia, difamação e destruição de reputações, para que ninguém os denuncie. Ver conspiração onde não existe, acusar de golpe em meia dúzia de cidadãos inocentes de opiniões divergentes, quando na verdade os conspiradores são os próprios acusadores, é a maneira incrivelmente repetitiva do PT se redimir. Assim, eles podem dar o golpe à vontade no sistema democrático e rasgar a Constituição, pelo fato de transferir para os outros, os seus próprios intentos delinqüentes. O mito da “mídia golpista” cola muito bem, quando ela praticamente não existe. Aterrorizam-se as manifestações inexistentes ou muito tímidas de dissidência para preveni-la, chantageá-la ou intimidá-la. Para petista, lembremos, "mídia golpista" é toda aquela que não segue a cartilha ideológica do governo (se bem que até as mídias privadas que colaboram com o PT são também chamadas assim).

É de uma perplexidade extrema que ninguém perceba nas afirmações petistas uma declaração de guerra contra a livre opinião e a livre imprensa. Ou seja, opor-se ao governo Lula não se torna prática defendida pela Constituição Brasileira; é um “golpe”, a ponto de subverter as próprias instituições democráticas. Dentro desta premissa desonesta, sórdida, canalha, os petistas se colocam como paladinos da democracia, ou mais, a própria democracia encarnada como instituição, perpétua, ainda que acima e contra as próprias leis do país. Do outro lado, qualquer tipo de oposição é considerada “antidemocrática” previamente por se opor ao regime "democrático popular" encarnado nestes facínoras mentirosos. A farsa é mais que abjeta. O PT pode roubar, aparelhar o Estado, ameaçar as liberdades civis e políticas, chantagear ou mesmo calar a boca da imprensa, que sempre será “democrática”, já que qualquer crítica ao seu governo é conspiratória. O inverso para eles não é o verdadeiro, basicamente.

Entretanto, na prática é. Os golpistas, os inimigos da democracia, os corruptos e larápios que querem calar a boca da dissidência são os próprios petistas. Eles é que conspiram na calada da noite, criando projetos de censura e cerceamento da liberdade de imprensa e demais outras liberdades. São eles que sonham, na calada da noite, em transformar o Brasil numa Cuba continental, numa versão verde e amarela de bolivarianismo venezuelano, ou, na pior das hipóteses, numa gigantesca Coréia do Norte. O presidente Lula, cercado de áulicos, inebriado por uma popularidade enganosa e criada através de uma gigantesca campanha de desinformação e manipulação da opinião pública, está demonstrando sinais claros de megalomania. Na prática, ele sempre foi assim. Apenas, aos poucos, revela o cinismo e o desprezo pelo sistema democrático que tanto combateu em sua história. Sim, o mito do Lula sindicalista que combateu o regime militar é tão farsesco quanto o de sua candidata substituta, Dilma Rousseff. Ambos, no passado, lutaram contra a ditadura autoritária pela implantação da ditadura totalitária no país. E, lenta e gradualmente, estão conseguindo isso, através do estupor da sociedade civil, imbecilizada, anestesiada, fora da realidade.

A perspectiva de que o mero fato de opor-se ao governo seja catalogado como “golpe” já implica uma anomalia psicológica de um governo desprezível. É o pensamento típico das tiranias totalitárias, que sonham com a homogeneidade estéril da sociedade civil compacta, sem opiniões próprias e massificada e idiotizada na figura do Partido-Estado. Ver na mera oposição democrática o sinônimo cabal de golpe é pensamento comum dos regimes que vigoram em Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Coréia do Norte, China, Irã, como também vigoraram na União Soviética, na Alemanha Nazista e outras demais tiranias do século XX. O presidente Lula, junto com seu partido, revela o completo desdém pelo jogo democrático, pela dissidência, pelo pluralismo, que são os sinais claros de um Estado de Direito em plena funcionalidade.

Em uma coisa eles estão certos: sim, nós, opositores, queremos derrubar o governo. Mas, por meios legais e democráticos, enquanto eles querem manter o poder através de métodos antidemocráticos e criminosos. Essa é a nossa diferença. Os verdadeiros golpistas estão no governo. São no amplo sentido que essa palavra significa: conspiradores, maliciosos, embusteiros, charlatães, proxenetas, escroques, estelionatários, assassinos e liberticidas. Quem acredita que a democracia caminha bem, perdeu o senso da realidade. Esperemos apenas, que neste país, as pessoas de bem não sejam internadas como “golpistas”, como nos hospícios soviéticos. . .

Diga não aos verdadeiros golpistas! Eles andam aplicando muito golpes na praça!


Democracia em decomposição.


Um aspecto assustador de nossa época é a completa ignorância do entendimento da palavra “democracia”. No imaginário cultural, democracia se tornou sinônimo de ditadura da maioria, da vontade onipresente da massa, de expansão ilimitada do Estado e na promoção de demagogos oportunistas, por conta de uma suposta legitimidade do voto. Anos de bombardeio ideológico das esquerdas nas escolas, universidades, centros culturais e na mídia, além da conivência da classe política, alimentaram a idéia infantil da soberania popular como um elemento absoluto no sistema democrático, capaz mesmo de destruir as liberdades individuais. A idolatria do povo é um dos maiores mitos do sistema democrático atual. Nas palavras de seus propagadores charlatães, está acima dos valores elementares da moral, da ética e, na cabeça de certos mentecaptos, da própria religião. Neste caso, a democracia brasileira está próxima de um circo. Os antigos chamariam isso de demagogia e oclocracia, ou seja, o governo dos vigaristas falantes e a subversão das massas palpiteiras, que, incapazes de governarem a si próprias, repassam o poder aos tiranos.

Resta saber se, dentro das ideologias de expansão do Estado e da massificação do voto, as liberdades individuais vão sobreviver. O posicionamento do PT com relação ao Estado de Direito é bem claro: através da compra de consciências, do paternalismo assistencialista, do aparelhamento do Estado-Partido, da fábrica de dossiês, da invasão da privacidade alheia e da corrupção moral do povo, lenta e gradualmente, cria um aparato de poder ditatorial. Em nome dos critérios de popularidade e da exploração maciça da propaganda e do voto, os arautos do Estado-Partido querem estar acima das leis e da Constituição, para implantar seus propósitos despóticos. É o poder ilimitado dos governantes em nome do povo. Popularidade, para certos estúpidos, dá respaldo para que a classe política faça tudo. É o caminho óbvio para a tirania.

Mas um partido revolucionário e socialista como o PT nunca negou seus intentos totalitários. Pobre, estúpido e ignorante de quem acreditou na conversão do petismo aos conceitos da democracia liberal. Na verdade, dominados por uma estreiteza mental assustadora, o eleitorado, as classes políticas corruptas e mesmo a opinião pública nunca se deram ao trabalho de analisar que o PT, na prática, apenas mudou de estratégia. Não mudou substancialmente de essência. Os petistas continuam amigos ao que há de pior em matéria de política. São aliados dos narcotraficantes das Farcs e da ditadura de Fidel Castro; através da diplomacia, tentam destruir as democracias na Bolívia, Equador, Argentina e Honduras. E apóiam de forma irrestrita o movimento “bolivariano” da Venezuela de Hugo Chavez, que ameaça arruinar todas as liberdades civis e políticas no continente.

Porém, a grande maioria das pessoas ainda acredita nos estereótipos comunistas da tomada violenta do poder e da declaração aberta de um regime totalitário, em figuras histriônicas e sectárias encontradas nas universidades públicas. Medrosas, acovardadas, preferem racionalizar o medo, inventar pretextos de que tudo estará bem a enfrentarem o problema de frente. Na maioria dos casos, negam que haja uma tentativa de subversão do sistema democrático, reduzindo tudo à teoria da conspiração. O movimento comunista, derrotado no campo militar, já que o Estado é difícil de tomar e destruir por fora, mudou sua forma de conquista do poder, sendo mais fácil tomá-lo por dentro, aproveitando-se dos seus aparatos constituídos e invertendo-os a seu favor, através de medidas aparentemente democráticas. Ou mais, esse aparelhamento do Estado implica a conquista de espaços do Partido sobre a vida civil, já que os chamados “movimentos sociais” esquerdistas já controlam, há tempos, as manifestações da opinião pública, falando em seu nome, ainda que essa opinião pública jamais tenha sido consultada. Essa fusão totalitária é lenta, gradual e indolor, e o aparato legal está sendo adaptado, justamente para se enquadrar neste novo sistema de poder. As propostas do Plano Nacional de Direitos Humanos do governo são o retrato cabal dessa tentativa de criar um simulacro de democracia, oficializando uma ditadura por métodos democráticos formais.

A violação do sigilo na Receita Federal da filha do candidato a presidente José Serra é apenas o lugar-comum de um grupo partidário que sempre tentou usar o Estado contra a oposição e mesmo contra a sociedade civil, criando métodos cada vez mais claros de policiamento, censura e controle. Ao que parece, a memória curta das pessoas se apagou sobre o caso do caseiro Francenildo, que teve sua conta bancária violada a mando do ministro da fazenda Antonio Palocci, já que era testemunha dos podres do mesmo. A prática também se aplica à criação do famoso “dossiê dos aloprados” contra políticos do PSDB, nas eleições presidenciais de 2006, cujo envolvimento do presidente da república era notório, já que eram seus comparsas que estavam envolvidos. Sem contar as tentativas de mordaça na imprensa, vide o projeto da criação de um conselho de jornalismo com poderes de censura a jornalistas oposicionistas, revistas e jornais; e a ANCINAV, cuja idéia era controlar as atividades artísticas. Pode-se acrescentar o patrocínio indigno que o PT deu ao Confecom, Conferência Nacional de Comunicações, cujo projeto maior era o “controle social” da imprensa, que em outras palavras, pedia simplesmente a destruição da liberdade de imprensa.

O mais assustador é a naturalidade com que a sociedade civil está aceitando a violação de sigilos privados de alguém, dando passe livre para que o PT crie um aparato totalitário de controle da privacidade dos cidadãos comuns. A justificativa absurda que o governo dá para tais delitos é bastante curiosa: o PT violou o sigilo alheio, mas quem, na sua situação, não violaria? A lógica aí é perversa: parte-se do pressuposto de que a sociedade seria presumivelmente delinqüente, pelo fato de os petistas também o serem. E em nome disso, eles acabam se absolvendo de suas canalhices, invertendo a lógica da responsabilidade e envolvendo a própria sociedade nas suas sujeiras. A fábrica de espionagem e dossiês contra políticos de oposição e desafetos é apenas uma forma de chantagear previamente a sociedade, para que o PT tenha plena liberdade a praticar seus crimes.

O Brasil passa por uma fase da democracia degenerada, em franca decomposição institucional. É o governo dos demagogos levando o país à oclocracia, ao regime das massas difusas, estúpidas e sem brilho próprio, prontas como rebanhos para seguirem um megalomaníaco qualquer. O presidente Lula encarna perfeitamente este papel. E o povo, provavelmente, vai eleger a búlgara terrorista e sociopata.


terça-feira, setembro 07, 2010

O idiota nos tempos democráticos.


Antigamente, o idiota sabia perfeitamente o real estado de sua insignificância mental. Não incomodava ninguém, ria à toa, falava besteira e ninguém dava bola pra ele. Em épocas gloriosas da Cristandade, era o bobo da corte, o anão da pintura de Velazquez ou o palhaço do circo. Inclusive, amarrava-se o idiota num pé de mesa, para ficar de quatro e comer em prato de cachorro ou se jogava torta na cara dele. E quando o idiota demonstrava sinais claros de patologia, havia os remédios institucionais e legais para sua demência: hospício, curatela-interdição e outros. Como dizia Nelson Rodrigues, no passado, o mundo era governado por dez pessoas notáveis, inteligentes e o resto era feito de idiotas. E os idiotas, que faziam? Reproduziam a espécie, o que não era pouco. . .O idiota jamais governava, pensava ou agia por conta própria, porque sabia que não era capaz disso. Não se prestava a escrever ou criar coisas. Sabia da sua incapacidade e a aceitava como um estado natural da espécie. Permitia que os inteligentes e os sábios mandassem.

Porém, com o advento da democracia moderna, o idiota descobriu-se em maior número. O sufrágio universal deu um poder avalassador à massa, à turba, e criou-se um fenômeno surpreendente, senão assustador: o idiota politizado, organizado, mobilizado, ocupando lugares que antes eram para os sábios, doutos, preparados e excelentes. A união dos “maria-vai-com-as-outras” faz a força, eis o lema do idiota. Quanto mais coesa é a união, mais o idiota é idiota, já que o lugar-comum é a sua sina. A função do idiota é ser massa, ser padrão, e nada foge à regra, porque o idiota é incapaz de ser indivíduo pensante por conta própria. A democracia moderna, mais do que qualquer outro sistema, é a promoção do idiota por mérito. O político demagogo fala: - Vote em alguém como você! E o idiota se identifica com àquele que seja tão tosco quanto. Os idiotas, dizem os democratas, precisam ser representados. A moda é bajular o povo. E existe coisa mais idiota do que o populacho?

No horário eleitoral, junto com os oportunistas sabichões, há os candidatos idiotas, que são os mais exóticos e visados. Por vezes, um idiota dá sorte e vira vereador, deputado ou até senador. A democracia se torna um circo: musiquinhas de campanha eleitoral se misturam às promessas oportunistas dos políticos que querem aliciar o retardado eleitor. O eleitor médio é o idiota nato, aquele que não sabe por que vota num senador ou deputado e vai decidir só na hora da boca de urna. Por vezes, o idiota não sabe nem mesmo por que vota pra governador ou presidente! O Brasil tem dessas pérolas: até analfabeto vota. Com cesta básica ou bolsa-esmola, elege qualquer ogro filantrópico. Através dessa arma de compra de estômagos, o Brasil elegeu um analfabeto funcional, com nome de molusco, para presidente da república! Lula é a personificação do idiota no poder. Quer dizer, não se pode dizer que ele é totalmente idiota. É um espertalhão vigarista que explora a baixa patuléia imbecil. Todavia, há algo idiota nele. É um sujeito que se orgulha de falar errado, de fazer gafes, de ignorar a instrução elementar, personificando o orgulho intrínseco do idiota médio nos países democráticos. O idiota se vê em Lula. 80% dos eleitores brasileiros já afirmaram: é rebanho amestrado do presidente. Basta que ele indique um macaco do zoológico ou um jumento do agreste como candidato a qualquer cargo, que o povo vota. E agora, o mesmo presidente apedeuta quer eleger um poste falante para ser sua substituta! E não é que o povo votará na Dilma Rousseff, o boneco assassino Chucky?

E, assim, o idiota, organizado, por maioria de votos, se rebelou contra os virtuosos e inteligentes. E tomou conta de tudo aquilo que era, até então, lugar dos melhores: as universidades, a cultura, as artes, a literatura, as carreiras políticas, as práticas econômicas e demais atividades intelectuais de excelência. É pior, se rebelou contra a inteligência. Como nunca conseguiu chegar aos patamares de meritocracia e eficiência, já não basta alcançar o nível de excelência: deve-se rebaixar ao estatuto moral, ético e intelectual ao nível do idiota. Por que a educação no Brasil é considera uma das mais péssimas do mundo? Porque o idiota médio, mais comumente chamado “pedagogo”, não vê necessidade de avaliar os alunos pelo mérito. Os professores deverão ser, nas palavras dos pseudo-educadores, “agentes de transformação social”. Nada mais feliz tal definição: transformaram socialmente os alunos em verdadeiros zumbis, verdadeiros retardados mentais. O deseducador Paulo Freire é o pai espiritual do pedagogo oligofrênico e do professor idiota. Na verdade, o velhinho embusteiro e charlatão conseguiu idiotizar uma geração inteira de alunos e professores com a tal “pedagogia do oprimido”. Na prática, é a pedagogia do professor comunista opressor e totalitário, que ideologiza e transforma alunos em seres lobotomizados, meros propagadores de ideologias políticas espúrias, quando na realidade, não sabem ler um livro de dez páginas, escrever uma carta ou decorar a tabuada. Tal é a destruição da inteligência que este vigarista, corruptor de papel e de mentes, fez na educação brasileira.

Quanto mais estúpido o aluno, maiores as chances de ele passar. Se não bastasse a idiotice de aprovar os analfabetos, os incultos, os preguiçosos e demais criaturas relapsas, o governo, para promover a burrice, criou as cotas raciais nas universidades: ou seja, o idiota agora é racial. E preto! O Estado distingue e privilegia racialmente os idiotas. Não será inverossímil, um dia, que os pedagogos, insatisfeitos com as cotas raciais, cotas de escola pública, cotas pra gays, cotas pra mulher, cotas pra isso e aquilo, criem uma cota específica para quem nunca passa no vestibular: a cota para burro! Ou melhor, a cota para o idiota. Assim, o critério discriminatório se torna menos visível. Claro, o único discriminado pela cota seria o inteligente. . .e no final das contas, o Brasil seria um país sui generis em matéria de inclusão social: criaria uma legião de bacharéis analfabetos, porque o idiota médio terá o direito de ser “dotô”. . .

Mas o idiota não se contenta em destruir a educação. Agora o débil mental virou palpiteiro da política, da religião, da economia, da filosofia e ainda vota pra Presidente. . .sim, aquela criatura que vê novelas da Rede Globo, Big Brother Brasil, lê meia orelha de livro por ano ou revistinhas de fofoca, e, ainda no domingo, dá ibope ao programa do Faustão, é também “cidadão”, “teólogo”, “economista”, “filosofo” e “eleitor”, ainda que não saiba patavina dos assuntos abordados. Ele viu o Jornal Nacional ou o Fantástico e acha que tem opiniões. E ainda as considera importantes, como se fosse um fetiche de sua falta de personalidade.

Muitas vezes o idiota adere às ideologias socialistas por ser algo inerente à sua natureza. É função do idiota revoltado e presunçoso nivelar tudo por baixo, como se ele fosse um padrão superior a ser seguido. Ou seja, antes, as pessoas seguiam os modelos excelsos de inteligência e sabedoria. E o idiota, fortalecido em suas opiniões estúpidas e inúteis, quer reverter esse padrão: deve emburrecer a sociedade inteira, para se sentir importante e feliz. O igualitarismo é a ideologia-mor do idiota. Igualitarismo padroniza, transforma todo mundo em robozinho teleguiado. Isso é comum, particularmente, nas universidades. Os professores falam asneiras monumentais, protegidos pela autoridade falaciosa de seus diplomas, que mal serviriam para o uso de papel higiênico. Os alunos, outrora inteligentes, saem mais estúpidos do que entram. Já se dizia que a universidade brasileira não forma, deforma. Os idiotas estudantis organizados se agremiam em “movimentos sociais” ou em “coletivos”. O termo não seria mais revelador: eles são “coletivos” porque não têm idéias próprias. É a manada da ideologia do rebaixamento, da burrice organizada.

O idiota médio do regime democrático é um ser hermético, auto-suficiente na estupidez. Como de fato as ideologias reinantes o bajulam de qualquer forma, ele não consegue ver além dos padrões inferiores a que está acostumado a vivenciar. Na verdade, ele se revolta contra os padrões superiores de cultura, moral e inteligência. A vulgaridade, para o idiota, é um valor. A inteligência genuína o enfastia, enoja. Por vezes, acaba inferiorizando o sujeito. E daí ele se rebela. A ânsia de ser massa o consola numa afetação de segurança soberba. Ou melhor, a massa consola o espírito de porco do idiota e cria uma paz espantosa na consciência dele. Os números o isentam da real idéia de sua idiotice, já que ele acha que é até normal. Está no meio de seus pares. Não é bom ser aceito e bem visto por todo mundo? Quem disse que o idiota nutre a angústia de divergir? Ou de pensar? Deu no que deu: decadência e retardamento mental de toda uma sociedade.

A revolução dos idiotas segue seu curso, devastando corações e mentes. Do jeito que está, é possível que o país volte à Idade da Pedra. . .


domingo, setembro 05, 2010

Vote no poste mijado pra presidente. . .


É relativamente comum ouvir na imprensa o refrão comum das eleições brasileiras, quando o elemento é o voto: o “espetáculo” da democracia! Na prática é um chavão cheio de fantasias, como se o voto definisse, por si mesmo, o aspecto essencial do sistema democrático. Neste caso, o voto é um fetiche, um objeto de culto, como se a expressão popular fosse a mais sacrossanta das escolhas políticas. Quem se prestasse a estudar história sabe que o voto, antes de provar a validade do sistema democrático, foi a arma mais perfeita das ditaduras totalitárias do século XX, e continua sendo o instrumento preferido dos déspotas do século XXI. Hitler, Mussolini, Stálin, Fidel Castro, Saddam Hussein, Hugo Chavez e outros demais tiranos usaram o voto como simulacro de legitimidade popular. Se o sufrágio universal já serviu para alguma coisa, foi justamente para arruinar a democracia.

Poucas coisas são mais assustadoras na democracia do que o voto. As ruas ficam apinhadas de panfletagem maciça, cartazes e slogans, além de musiquinhas vulgares (aqui em Belém é quase sempre o brega) e homenzinhos medianos e vulgares pedem a atenção dos eleitores, quando, na prática, mais parecem uma mercadoria de feira vendida na rua. Isto, quando não aparecem os candidatos circenses por excelência, aqueles que no horário eleitoral gratuito demonstram ser a caricatura do nosso sistema político (e também de nosso eleitorado). Se há algo que o sistema eleitoral democrático dos tempos modernos representa é um espetáculo sim, da estupidez, da mediocridade e da baixeza moral e ética da consciência elementar do povo e da classe política. É, em suma, um sistema democrático de massas, onde a sacralidade e extensão do voto são diretamente proporcionais a sua quantificação e sua completa perda de valor. No final das contas, o voto democrático é a escolha de indivíduos atomizados, alienados de quaisquer convicções, interesses ou idéias próprias sobre a política. A grande maioria é completamente indiferente ou ignora o que sempre está em jogo. As eleições conseguem ser piores do que a Copa do Mundo. . .

É assustador pensar que o sufrágio universal, ao contrário do que se presume, afasta muito mais os governantes dos governados. Vota-se, não pelo conhecimento de quem vai exercer um cargo ou tomar as dores e primícias do poder, mas sim pelo elemento sedutor da propaganda de difusão em massa dos candidatos. O eleitor médio é obrigado a votar pelas cartilhas da propaganda ou da chamada “boca de urna”, porém, mal conhece os candidatos. Ademais, os eleitores nem mesmo conhecem o porquê de votarem nos candidatos. Muita gente ignora a razão de existir uma câmara dos deputados ou o senado. Não é por acaso que o Congresso Nacional é uma instituição fraca neste país.

Isso explica, embora não totalmente, o fato da candidata a Presidente da República Dilma Rousseff ser a indicada para ganhar as eleições. O povo brasileiro, em massa, através de uma propaganda de desinformação, estará votando num poste para presidente. Tudo porque a outra figura mítica inventada pela imprensa, pela inteligentsia e pelos círculos educacionais controlados pela esquerda, o Sr. Lula, indicou-a como sua sucessora.

Esse povo ignorante, estúpido, que votaria até num macaco para presidente, não faz questão de perguntar quem é essa criatura que, provavelmente, tomará o poder. Não se questiona sobre seu passado sujo, sua inimizade ideológica e política contra a democracia. Bestializado, esse povo ainda acredita nas ilusões materiais de uma prosperidade econômica insignificante, quando as instituições públicas e demais valores que consagram a democracia estão em perigo. Para um eleitorado que mais lembra uma manada, como esperar algum tipo de consciência, quando as liberdades civis e políticas estão ameaçadas? O importante é comer, beber e dormir, numa farra de pão e circo, ainda que para isto a liberdade seja destruída.

O espantoso é que a massa eleitoral de Lula nem sempre é completamente analfabeta (ao menos, no sentido formal do termo). Muita gente com formação universitária apóia este indivíduo, como também sua sucessora. De fato, Ortega y Gasset foi feliz no conceito do homem-massa: das criaturas medianas, sem muita capacidade para pensar, mas que acabam tomando para si as funções de excelência em nossa sociedade. São os senhoritos arrogantes, medíocres, idiotas, que tomam as rédeas da cultura, da educação e da formação de opinião, para elegerem os piores, porque odeiam o que é intelectualmente superior. E mais assustador, aqueles que são mais competitivos, mais aplicados, honestos ou inteligentes são justamente colocados no ostracismo, já que o idiota organizado quer suprimir qualquer manifestação superior de caráter e inteligência. Quando o presidente Lula se orgulha de seu português sofrível e faz de sua ascensão social de arrivista um modelo para uma sociedade, isso reflete o completo rebaixamento espiritual de um povo, que perde no horizonte, modelos sérios e responsáveis de elites. Se as elites políticas são desonestas, iletradas, vigaristas, em quem o povo vai se inspirar como modelo?

É paradoxal perceber que o culto da inferioridade intelectual seja um sinal claro da decadência de nossos tempos. Há pessoas que admiram Lula, justamente naquilo que ele tem de mais abjeto e de baixo nível. Pessoas que acham que seu analfabetismo, sua falta de cultura, sua desonestidade, são valores autênticos, que contrariam as expectativas dos realmente inteligentes, cultos e honestos. Quantas vezes não se repetiu o mantra estúpido de que Lula governa melhor do que os mais instruídos, por justamente desprezar a instrução e ser, nas palavras de alguns, um “homem do povo”? Isso dá ao analfabeto funcional uma sensação de orgulho, de soberba, como se o esforço intelectual fosse uma atividade dispensável, restrito a gente pedante. Nem Carlos Magno, o grande rei dos francos, que era analfabeto, se orgulhava de sua baixa instrução intelectual. Apoiou a construção de mosteiros e foi aprender a ler e a escrever no fim de sua vida. Já o Sr. Lula não se esforça por melhorar o português ou estudar: basta que o nouveau riche vista ternos Armani e tenha vida boa e banque a farsa do eterno operário (como se o mero fato de ter origens baixas o desobrigasse de ter cultura e formação). Para os pseudo-intelectuais que criaram o mito Lula (e por que não, o próprio Lula?), ser do povo é ser eternamente analfabeto funcional.O mais escandaloso é que o povão se sente lisonjeado em ser chamado de analfabeto (o que, de fato, não deixa de ser verdade, embora, em outros tempos, isso seria sinônimo de vergonha).

É típico da gente idiotizada crer que estudar seja um ornamento de aparência, não um dado essencial mesmo do ser humano de aperfeiçoar seus dons e seu valores. Daí tal mentalidade de nivelamento se refletir na educação, na cultura e mesmo na formação moral e ética do povo. Atualmente se vê os inteligentes com desprezo, como fonte de soberba e não de referência. O ignorante trapaceiro, espertalhão, demagogo e fingido, que se dá bem na vida, é o modelo agradável aos olhos e ouvidos dessa gente desprezível e ignara. Até porque ser idiota não exige muito esforço.

A oposição, como sempre, aceita o jogo das esquerdas. Nada espantoso, já que praticamente a quase toda a oposição também é de esquerda. José Serra é o mesmo que solta as denúncias tímidas das ligações do PT com as Farc, quando depois diz admirar o Lula amiguinho do narco-terrorismo. Ainda que os áulicos do Presidente e de sua candidata abusem criminosamente da máquina pública, invadindo privacidades e violando o sigilo fiscal de sua filha na Receita Federal, o tucano preserva a polidez tosca contra os bandidos. É um estranho caso de cumplicidade masoquista com uma velha companheirada de esquerda.

As eleições são o reflexo desse circo, dessa cretinice moral na política e na consciência de uma boa parte do povo. O brasileiro médio, provavelmente, elegerá um poste mijado de cachorro para presidente da república. Ou mais, o que torna a situação tragicômica, o PSDB perderá a disputa por um bonifrate falante. Se Lula decidisse apoiar um jumento, um bicho preguiça, uma anta ou qualquer outro ser amestrado, ao que parece, o povo brasileiro elegeria bovinamente qualquer tipo de animal na fauna. Políticos animalescos no Congresso Nacional é que não faltam nessa floresta política. Até o povo é um animal doméstico, um bicho amestrado. A inteligência no Brasil virou minoritária, enquanto a burrice se tornou comum. Numa terra de idiotas, um inteligente não é rei: vira louco! E quando os idiotas são organizados, a tendência é a democracia se dissipar.Quase sempre vira ditadura!

As eleições brasileiras viraram palhaçada. E o eleitorado, no geral, é uma manada sem cérebro, sem olhos, sem ouvidos e sem fala, elegendo criaturas cada vez mais infames. Não esqueçamos: o Brasil elegerá a primeira mulher de nossa história, como também a primeira terrorista, guerrilheira, ladra, assassina, totalitarista, assaltante de banco, para a tristeza dos poucos homens de bem. Povo brasileiro, vote em Dilma, vote no poste mijado, vote no bonifrate do presidente Lula! E banque o cachorrinho vira-lata do PT.